

*Com informações da Agência Brasil
O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (Pnud ou UNDP, na sigla em inglês) atualizou os dados do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O Brasil subiu cincoo posições e agora aparece na 84ª colocação com um IDH de 0,786 (em uma escala de 0,000 a 1,000).
Este é um índice considerado de desenvolvimento alto. Em relação a 2022, o IDH do país cresceu 0,77% porque o índice era de 0,780 (ajustado este ano).
O documento verificou os dados com base em indicadores de 2023, avaliando 193 países a partir de critérios como expectativa de vida, escolaridade e Produto Interno Bruto (PIB) per capita.
O resultado do Brasil representa uma melhora de 0,77% em relação ao ano anterior, quando o país registrava um índice de 0,780 (valor ajustado).
Em 2022, o Brasil estava na 89ª posição, o que significa que o país subiu cinco colocações. No IDH de 2022 ajustado este ano, no entanto, o país estava na 86ª posição e, portanto, subiu duas colocações no ranking (ultrapassando a Moldávia e empatando com Palau).
Desde 1990, o Brasil apresenta crescimento médio anual de 0,62% no IDH, com taxa de 0,38% entre 2010 e 2023.
Quando o IDH é ajustado para considerar a desigualdade social, o desempenho brasileiro piora. O índice cai para 0,594, e o país desce para a 105ª colocação, figurando na categoria de desenvolvimento médio. Esses números têm relação com o acesso a serviços básicos e na distribuição de renda.
A comparação entre gêneros também revela disparidades. As mulheres brasileiras têm expectativa de vida e escolaridade superiores às dos homens, o que eleva seu IDH para 0,785, levemente acima dos 0,783 dos homens. No entanto, elas ainda apresentam um PIB per capita inferior.
De acordo com o relatório, nove países da América Latina e do Caribe, além do Chile, integram o grupo de alto desenvolvimento humano.
Estão nessa lista:
No geral, a média regional cresceu de 0,778 em 2022 para 0,783 em 2023, um avanço de 0,64%.