

Um avião com 242 passageiros, da companhia Air India, caiu, nessa quinta-feira (12), na cidade de Ahmedabad, no oeste da Índia, informou a polícia local, sem especificar se houve vítimas. Segundo as autoridades, a aeronave caiu em uma área civil, fora do aeroporto da cidade. Ainda não se sabe a causa da queda.
O voo tinha como destino o aeroporto de Gatwick, na cidade de Londres, no Reino Unido. A companhia aérea confirmou na plataforma X o acidente, afirmando que buscam mais detalhes sobre o ocorrido.
“O voo AI171, operando Ahmedabad-Londres Gatwick, envolveu-se em um incidente hoje, 12 de junho de 2025. No momento, estamos apurando os detalhes e compartilharemos mais atualizações o mais breve possível […]”, informou um perfil oficial da empresa.
Segundo canais de televisão, a queda ocorreu logo após a decolagem da aeronave. De acordo com o tráfego aéreo do aeroporto, a decolagem aconteceu por volta das 13h39 (horário local) da pista 23.
De acordo com o ministro da saúde indiano, já foram retirados mais de 100 corpos de um prédio no local da queda do avião. Segundo os socorristas, que atuam no local, ainda há mais pessoas presas dentro do edifício.
Em publicação no X, o premiê Narendra Modi lamentou o acidente. "A tragédia em Ahmedabad nos deixou atônitos e entristecidos. É algo de partir o coração, além das palavras".
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse que as imagens do acidente são "devastadoras" e que está sendo mantido informado sobre a evolução dos esforços de resgate.
De acordo autoridades da aviação indiana, havia um total de 242 pessoas a bordo do avião, 232 passageiros, e 10 membros da tripulação. Entre os passageiros, 169 eram indianos, 53 britânicos, sete eram portugueses e um canadense, confirmaram a Air India.
Equipes de resgate já estão no local. Ainda não existe confirmação de feridos ou mortos.
De acordo com autoridades indianas, avião caiu em cima de uma casa onde funcionava um alojamento de médicos.
“O prédio sobre o qual o avião caiu é um alojamento de médicos... já liberamos cerca de 70% a 80% da área e em breve liberaremos o restante", disse um dos oficiais aos repórteres que estão no local do acidente.